terça-feira, 5 de abril de 2011

Electrolux Design Lab 2011

Foto: Reprodução.
O concurso da Electrolux Design Lab chega à edição de 2011 com o tema 'mobilidade inteligente'. Voltado a estudantes ou recém-formados em design industrial, ao primeiro lugar será concedido um estágio remunerado de seis meses no Centro de Design Global da Electrolux, além de um prêmio em dinheiro no valor de 5 mil euros. O segundo e terceiro lugar serão premiados com 3 mil euros e 2 mil euros, respectivamente.

Os interessados em inscrever projetos têm até o dia 1º de maio, e o tema mobilidade inteligente deve ser refletido na ideia inovadora ao moldar a forma como as pessoas lidam com alimentos e com a louça, tanto dentro como fora de casa. Vale a pena citar as palavras do vice-presidente de design da empresa, que definem a essência da competição: “O concurso de 2011 busca conceitos de design que inspirem os consumidores, enquanto utilizam tecnologia já existente, e ofereçam suporte e orientação. Esse desafio não é apenas a criação de eletrodomésticos que sejam menores, mas que também proporcionem controle e flexibilidade para poupar o tempo e apoiar expressões criativas", afirma.

Os oito finalistas vão apresentar seu conceito para um júri especializado, em julho, em uma cidade europeia. Para saber mais e se inscrever, acesse o site oficial www.electroluxdesignlab.com.

Fonte: Design Brasil: www.designbrasil.org.br

World Design Impact Prize

Foto: Reprodução.
O Conselho Internacional de Sociedades de Design Industrial (International Council of Societies of Industrial Design – ICSID), parceiro da International Design Alliance (IDA), está lançando um projeto inovador criado para reconhecer, enaltecer e estimular projetos de design socialmente responsáveis por todo o mundo.

Em outubro deste ano, na Assembléia Geral do ICSID em Taiwan, o Conselho vai premiar pela primeira vez um projeto de design industrial que tenha um impacto positivo na qualidade de vida social, econômica, cultural e/ou ambiental com o “World Design Impact Prize”. Os candidatos serão nomeados somente por indicação de membros do ICSID, e podem ser provenientes de qualquer tipo de instituição, de qualquer parte do mundo. A partir do dia 29 de junho – dia mundial do design industrial – todos os projetos estarão disponíveis no site www.icsid.org para votação aberta ao público. O processo tem início dia 22 de fevereiro, com a chamada para que os membros do ICSID indiquem os candidatos até o dia 10 de maio. A votação popular termina dia 30 de agosto, e o primeiro World Design Impact Prize será entregue durante o Congresso da IDA 2011 e Assembléia Geral do ICSID, no dia 27 de outubro.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Krajcberg comemora 90 anos com exposição em Salvador

Foto: Mateus Pereira.
“A natureza deu-me a força, devolveu-me o prazer de sentir, de pensar, de trabalhar, de sobreviver. Quando estou na natureza, eu penso a verdade, eu falo a verdade, eu me exijo verdadeiro”. A declaração de Frans Krajcberg - um dos artistas visuais mais importantes e polêmicos de sua geração - revela o caminho escolhido por ele para a construção de seu trabalho: fazer da arte um grito a favor do planeta. E é com esta mesma intenção que o artista polonês, que vive desde os anos de 1970 no município baiano de Nova Viçosa, traz a Salvador a exposição Grito! Ano Mundial da Árvore, mostrando à capital baiana o resultado de antigas e atuais criações.

Realizada pela Secretaria de Cultura do Estado, por meio da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (SECULT/DIMUS/IPAC), a mostra integra as comemorações dos 90 anos do artista e marca, ainda, a entrega de suas obras ao Governo, após ter assinado um termo de doação de todos os seus bens aos baianos. A exposição Grito! Ano Mundial da Árvore será aberta dia 07 de abril, às 19h, na Sala Contemporânea do Palacete das Artes Rodin Bahia e poderá ser visitada até o dia 05 de junho.

Krajcberg junto a Renata Rocha, diretora do Documentário "O Grito".
Foto: Reprodução.

Artista que vive e trabalha entre milhares de espécies nativas, plantadas por ele mesmo em seu sítio, Krajcberg afirma que a idéia da exposição surgiu durante a manifestação “O Grito: Salvem a Amazônia”, promovida na comunidade de Nova Viçosa. “Toda obra que exponho em conjunto traz nela a minha revolta. Com a mostra, apresentarei a minha denúncia das destruições pelo fogo, praticadas pelos homens contra as árvores. Na exposição serão expostas 13 esculturas, 08 relevos e 16 fotos de árvores – quatro destas peças criadas no ano de 2010 e inéditas para o grande público.

As 37 peças estarão espalhadas por toda a sala contemporânea do Palacete das Artes Rodin Bahia. São esculturas de grandes dimensões, muitas feitas de cipó, e troncos de madeira queimada, retiradas diretamente de florestas onde houve depredação, além de relevos e fotos. Logo na entrada, na varanda que dá acesso às salas internas, estará uma de suas obras mais conhecidas: a Flor do mangue - escultura de grande porte construída a partir de resíduos de árvores de manguezais destruídos pela especulação imobiliária-, seguida de outras cinco obras maiores, que ocuparão as laterais da sala principal. Nos demais ambientes estarão os relevos e as fotografias.

Homem da natureza - Para o Secretário de Cultura, Albino Rubim, Krajcberg é um incansável protetor da natureza. “Diferente de outros artistas modernos, seduzidos por máquinas e tecnologias, ele [Krajcberg] quer a natureza. Este desejo não significa apenas encantamento, mas um compromisso vigoroso em sua vida. Estética e ética se confundem em Krajcberg, pois exprimem uma consciência revoltada, contraposta às inúmeras modalidades de agressão ao planeta”. Foi essa mesma inquietude em relação aos crimes ambientais que pautou toda a trajetória do artista e, até hoje, pode ser percebida tanto em seu discurso quanto em sua proposta conceitual. “A minha participação sobre a saúde do planeta sempre foi intensa. Até hoje participo mundialmente desta causa e vejo cada vez mais que a preocupação está crescendo. Dá pra perceber que nós podemos entender os acontecimentos e o que eles estão nos mostrando. É urgente olhar para o que temos de mais preocupante em nossa realidade”, afirma o artista polonês que se fez baiano por opção.

Segundo o diretor de Museus do IPAC, Daniel Rangel, além de marcar um momento novo para as artes visuais da cidade, a exposição oferece a Salvador o privilégio de cuidar de um dos acervos mais expressivos da arte contemporânea mundial. “Grito!Ano Mundial da Árvore marca a assinatura do termo de doação de todos os bens de Krajcberg para os baianos. Agora, nossa principal missão é garantir a salvaguarda integral deste precioso legado, permitindo a perpetuação de sua rica obra, composta por esculturas, desenhos, relevos, fotografias, vídeos, livros, entre outras raridades”.

“As obras de Krajcberg revelam o verdadeiro tamanho do Homem, a sua insignificância diante da grandiosidade, da exuberância e transbordamento de Beleza do nosso planeta, denunciando a irresponsabilidade e o imediatismo quando se trata de cuidar da Terra”, Afirma Murilo Ribeiro, diretor do Palacete das Artes Rodin Bahia, que recebe a exposição.

Sobre o artista - “Se há outra voz que propõe outra estética frente à desordem moral de todo esse desmando que se vive planetariamente agora, ela é, sem dúvida, a lucidez desse homem, um exemplo de brasileiro, de baiano comprometido com o presente e com o futuro do mundo”. É dessa forma que o filósofo José Antônio Saja se refere quando fala de Krajcberg. Para ele, a obra do artista instaura uma original forma de interagir com espaço, indo na contramão dos arquétipos de relação pré-estabelecidos. “O conjunto de seu trabalho tem a imantação histórica de um homem indignado com todo tipo de brutalidade. Ele rompe com este jogo de cartas marcadas inaugurando um espaço novo de percepção da realidade”, complementa Saja, que também é crítico de arte.

Pintor, escultor, gravador e fotógrafo, Frans Krajcberg nasceu em 1921, na cidade de Kozienice (Polônia). Aprendeu artes e engenharia na universidade de Leningrado e continuou os estudos na Academia de Belas Artes de Stuttgart. Entre os anos de 1942 e 1945, tornou-se oficial do exército polonês durante a II Guerra Mundial – quando perdeu toda a família. Migrou para o Brasil em 1948 e, três anos depois, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, com duas pinturas. Em 1957 naturalizou-se brasileiro, mesmo ano em que conquistou o prêmio de melhor pintor nacional pela Bienal de São Paulo.
Os primeiros trabalhos ligados diretamente ao contato com a natureza foram produzidos entre os anos de 1958 e 1964, quando viveu entre as cidades de Paris, Ibiza e Rio de Janeiro. Por passar um tempo isolado, morando em uma caverna localizada no município de Itabirito, interior de Minas Gerais, ficou conhecido como “barbudo das pedras” – e não era pra menos: na época, ainda na década de 1960, tinha uma extensa produção de gravuras e esculturas em pedra.

Foi em 1964 que fez suas primeiras experiências artísticas com troncos e árvores mortas. Fotografou e documentou os desmatamentos que aconteciam na região amazônica e no Pantanal Matogrossense. Dessas viagens, recolheu troncos, calcinados, raízes, entre outros materiais que utilizaria em suas obras. Na década de 1970, ficou conhecido internacionalmente por essas esculturas. A partir do ano de 1972, passou a morar no litoral sul da Bahia, na cidade de Nova Viçosa. Foi lá que ele expandiu seu trabalho com a escultura, através da utilização de troncos e raízes para criar suas intervenções.

Entre as décadas de 1980 e 1990, manuseando cipós, caules de palmeiras e raízes - relacionados a pigmentos minerais -, Krajcberg começou a série Africana. Posteriormente, deu início a monumentais entrelaçados de salgueiros, inspirados no artesanato. À época, produziu fotos-reportagens de incêndios, na intenção de conscientizar os proprietários responsáveis pelas queimadas. A mesma experiência, além de resultar na construção de diversas esculturas, deu origem, ainda, ao encontro com Walter Sales, com quem dividiu os trabalhos de filmagens do filme Krajcberg, poeta dos Vestígios.

Nos anos 2000, doou parte de suas obras (pinturas, esculturas, fotografias) à cidade de Paris que, depois inaugurou o Espaço Krajcberg, através do presidente da câmara municipal da cidade, Bertrand Delanoe. No mesmo período, o Brasil também homenageia o artista, criando na cidade de Curitiba o Instituto Frans Krajcberg, que recebeu a doação de mais de uma centena de obras do artista.

Em 2008, recebeu o título de Cidadão Baiano na Assembléia Legislativa. Dois anos depois, em 2010, o governo começa as negociações que dão início ao processo de doação de todo acervo do artista à Bahia, a partir de um projeto que trará aos baianos mais um espaço de grande relevância artística: o Museu Ecológico Frans Krajcberg, com estudo prévio para ser implementado em Salvador.

Via expositiva – Frans Krajcberg já participou de mais de 250 exposições, entre projetos solos e coletivos, fazendo ecoar o seu “grito” por diversas cidades, dentro e fora do Brasil. Entre as que já abrigaram individuais e coletivas do artista, podemos citar São Paulo (SP), Curitiba (PR), Monte Alegre (PR), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (BH), Salvador (BA), Brasília (DF), Vitória (ES), Fortaleza (CE), Florianópolis (SC), Paris, Caen, Boulogne-sur-Mer, Crest (França), Milão, Roma (Itália), Adenhauer (Holanda), Stuttgart (Alemanha), Oslo (Noruega), Ibiza (Espanha), Atlanta (USA), Jerusalém (Israel), Estocolmo (Suécia), Seul (Coréia do Sul), Utrecht (Holanda), Colorado (Estados Unidos), Londres (Inglaterra), Lisboa (Portugal), Montreal (Canadá), Montevidéu (Uruguai), Havana (Cuba), Sevilha (Espanha), Zurique (Suíça).
Publicações: “A cidade de São Luiz do Maranhão” (1986), “Krajcberg Esmeraldo” (1986), “Frans Krajcberg: imagens do fogo” (1992), “Frans Krajcberg - Paris: Grande Halle de la Villette ” (1996), “Frans Krajcberg - Revolta” e “Frans Krajcberg - Natura” (2000), “Frans Krajcberg: O interprete da natureza” (2002).

Além da exposição, as comemorações de aniversário do artista trazem também os lançamentos do catálogo organizado pela DIMUS, com fotos das peças presentes na mostra, e do livro Natureza – uma homenagem do Governo do Estado ao artista -, com textos do poeta Thiago de Mello, do filósofo José Antônio Saja, e da jornalista e pesquisadora Renata Rocha, que está produzindo “O Grito de Krajcberg”, seu primeiro filme/documentário – com lançamento programado para o dia 08 de abril.

Serviço:
O que: Grito! Ano Mundial da Árvore| Frans Krajcberg
Onde: Sala de Arte Contemporânea do Palacete das Artes Rodin Bahia (Rua da Graça, 284, Graça, Salvador, Bahia)
Quando: Abertura, dia 07 de abril de 2011, às 19h – Visitação, de 08 de abril a 05 de junho de 2011. Terça a sexta das 10h às 18h, sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
Gratuito
Realização: Palacete das Artes Rodin Bahia/DIMUS/IPAC/Governo do Estado da Bahia

O ateliê de Carybé

Foto: Reprodução.
Será aberta hoje (dia 1°) no Solar Ferrão, ás 19h, a exposição O Ateliê: Carybé 1911-2011, que comemora o centenário de nascimento do artista. Uma oportunidade única de se confrontar com o universo criativo do artista. São 17 pinturas a óleo que Carybé deixou inacabadas e nas quais trabalhava na época de sua morte. Além das pinturas, fazem parte da exposição peças do mobiliário do ateliê, muitos objetos de arte e livros que o pintor colecionava. Também fazem parte, trabalhos de outros artistas como Mestre Didi e Mario Cravo Jr - de quem foi amigo - e uma infinidade de peças de diferentes origens e valores, que tiveram como destino comum a casa do artista e a influência no seu imaginário. Para se ter uma idéia completa do espaço original de trabalho que o artista mantinha na sua casa em Brotas, quem for à exposição poderá ainda fazer uma visita virtual ao ateliê original, através de um tour 360°, em computadores instalados em uma das salas.  A exposição O Ateliê: Carybé 1911-2011 é uma realização da Secretaria de Cultura do Estado através da Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia.

Carybé - O Ovo da Ema - 1976.
Foto: Reprodução.
Carybé- Festa do Pilão de Oxalá.
Foto: Reprodução.
Fonte / autor: DIMUS - Divulgação.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Arquitetos baianos embarcam para Feira de Milão à convite da Florense Móveis

Mateus Corradi - Divulgação/Florense
Os arquitetos Anibal Passos e Liudmila Gouveia preparam as malas para embarcar rumo à Itália. Eles integram a comitiva da Florense Móveis para o Salão Internacional do Móvel de Milão 2011, comandada pelo gerente de marketing da fábrica gaúcha, Matheus Corradi. O evento é um dos mais importantes da área de decoração e antecipa as tendências do design mundial. Além do Salão, os arquitetos convidados de todo o Brasil poderão visitar feiras exclusivas de iluminação e novidades para escritório.

O roteiro inclui ainda um tour pela Suíça, quando o grupo irá conhecer o exuberante castelo Scholss Laufen e o renomado Vitra Design Museum, além da degustação dos tradicionais vinhos Casale Spighetta. O Salão Internacional do Móvel de Milão 2011 ocorre de 12 a 17 de abril e recebe os mais renomados arquitetos e designers de todo o mundo.

Nádia Taquary expõe “A Bahia tem...” no Museu Costa Pinto

Nádia Taquary - foto por Sérgio Benutti.
De 31/03 a 30/04, a artista plástica baiana Nádia Taquary vai expor no Museu Carlos Costa Pinto (Salvador) algumas das obras da sua linha de colares-decorativos Olorum Bamim (proteção do Deus Maior, em iorubá). Na exposição, que se chama “A Bahia tem...”, Nádia promove um diálogo entre o acervo de jóias de crioulas do museu e seus colares-escultura, que chegam a ter até 75 metros de cordas e misturam ouro, prata, cobre, madeira, contas africanas, figas e balangandans. “É uma grande alegria fazer a interface do meu trabalho com uma das fontes de inspiração dele, dentro do próprio Costa Pinto, que foi o ambiente de nascimento conceitual”, conta a artista.

O mote da mostra veio da música “O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi (gravada por Carmem Miranda), na qual se fala das jóias, balangandans e vestimentas das mulheres negras da Bahia no começo do século. A artista uniu o tema ao conceito da linha Olorum Bamim e fez as obras, que contemplam colares com formas diversas: abertos, fechados, com múltiplas pontas, balangandans e com figas.

Peça da exposição A Bahia tem... - colar decorativo da linha Olorum Bamim, de Nádia Taquary - foto por Sérgio Benutti.

Olorum Bamim - O nome, elaborado com sugestões do artista plástico Mestre Didi e de Adbié (alabé do terreiro de candomblé Ilê Axé Opó Afonjá e amigo de Nádia), significa proteção do Deus maior, em Iorubá. O projeto teve origem numa pesquisa de pós-graduação da artista plástica sobre as jóias que as crioulas usavam no Brasil durante o período colonial. “Fiquei fascinada com a exuberância do encontro dos três mundos (Europa, África e Brasil) e da forma como isso refletia nos adereços daquelas mulheres”, conta Nádia, que também se inspirou no livro “O círculo das contas”, da historiadora e museóloga Solange Godoy, feito para o Museu Carlos CostaPinto (BA). O livro explica como as jóias de crioulas chegaram a Salvador e ao recôncavo baiano. “Um povo que não se olha e que não se reconhece, empobrece; pois, nada do que possui é verdadeiramente seu”, arremata a artista.

Realização: Olorum Bamim. Apoio cultural: TAG Arts, Museu Carlos Costa Pinto, Solisluna Design, Xarmonix e Jornal Bahia Negócios.

terça-feira, 29 de março de 2011

Materiais inusitados viram arte nas mãos de Elisa Galeffi

Foto: Divulgação.
Já imaginou que materiais facilmente descartados, como tampas de garrafa pet e objetos encontrados na praia, podem ser matéria-prima para a arte? Esse é o pensamento da artista plástica baiana radicada no Rio, Elisa Galeffi, que abre no dia 14 de abril, no Bahvna Espaço Cultural (Rio Vermelho), a exposição Séries. Na mostra serão apresentados cerca de 25 trabalhos divididos em seis séries, entre fotos, quadros e caixas-objetos, produzidos nos últimos 10 anos. Tabuleiros com areia e achados na praia estarão disponíveis para livre manuseio, proporcionando interação do público com a arte de Elisa. No dia do vernissage será também lançado o catálogo Séries, registro das obras da artista em mais de 90 páginas, editado pela Versal Editora.

Fonte / autor: Ana Paula Nobre / Divulgação - Santa Clara Comunicação.